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The future of low power computing

Today a friend shared with me this story about how AT systems used the leftover processing power on the keyboard to prevent breakage of software (thanks, Artur). These days, where every single peripheral includes a computer of its own it seems just a strange hack causing an even stranger error message. But it made me think about local distributed computing…

Imagine that a few years have passed and we’ve mastered low power computing. No heat (for practical purposes) is generated from these processors. They are cheap, but they don’t need to be powerful. They can be woven into fabric, or even be the fabric themselves. What’s the impact? What changes?

The first thing that comes to mind is that they replace the mobile phone (today’s on the move computer – portables are just moved from place to place). Bigger antennas are then usable (1m on some trousers wouldn’t be difficult to imagine). Lower density of cell towers are needed, the antenna can be used as a source of energy, all series of fun things start being possible. The amount of power available will depend on the clothes you’re wearing, as you dress up, the clothes access your data automatically (maybe by DNA authentication) and are ready for you to use. The interfaces can be motor, visual or even directly to the brain. The system self-configures itself for the clothing you’ve decided to wear. Your own personal cloud where each fibre is its own computer…

Would you wear it?

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Ouya – Uma nova revolução nas consolas?

Já lá vão quase 7 anos desde que tive a minha introdução aos custos de desenvolvimento do mundo das consolas. Foi na altura que um colega de universidade se lançou na aventura de criar a Real Time Solutions, uma empresa de jogos e multimédia. Sendo que o objectivo era entrar no mercado internacional de consolas, estranhei porque é que o modelo de negócios incluía vários passos intermédios. Foi aí que aprendi qual era o custo dos kits de desenvolvimento e quanto dinheiro era preciso para certificar os jogos (para além dos custos de desenvolvimento e distribuição inerentes). Sem o kit de desenvolvimento não se consegue fazer o jogo, sem a certificação não se consegue correr o jogo na consola.

O controlo está do lado de quem cria a consola e essas empresas sabem fazer-se pagar por isso. E é isso que está a matar a indústria das consolas: os custos actuais implicam mais risco, menos experimentação, maiores dificuldades no desenvolvimento (uma vez que há menos incentivos para ter um kit de desenvolvimento o mais simples de usar possível). É assim que nos últimos anos temos visto os programadores interessados em jogos a fugir para plataformas móveis e sociais. Resultado: a maior parte das novidades já não aparecem nas consolas.

Há uns dias atrás deu-se o primeiro passo para o mundo das consolas ser virado de pernas para o ar. Uma empresa de Los Angeles lançou um projecto na plataforma Kickstarter para obter perto de um milhão de dólares para criar uma nova consola. A Ouya é uma consola que junta uma plataforma aberta baseada em Android, controladores de alta qualidade, kit de desenvolvimento integrado, acesso a uma biblioteca de jogos gratuitos (pelo menos em parte) por um preço de $99. Em pouco mais de um dia o projecto recebeu mais de 3 milhões de dólares e continua a acumular dinheiro até ao início de Agosto (actualmente está perto dos 5 milhões de dólares). O lançamento está previsto para Março de 2013, com uma versão inicial a ser distribuída a programadores a partir de Dezembro deste ano.

Numa altura em que as televisões ainda são um ponto focal na maior parte das salas, a Ouya tem o potencial e os meios para reanimar o mercado das consolas e criar um novo boom de desenvolvimento e inovação. E, quem quiser, pode fazer a sua encomenda hoje no Kickstarter.

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Ubuntu-PT, Encontro de Lisboa, 15 de Março de 2012, 18h30

Para quem queira partilhar experiências com outros utilizadores ou apenas aprender/tirar dúvidas, vai repetir-se mais um encontro de utilizadores de Ubuntu-PT em Lisboa na próxima quinta-feira no bar Hennessy’s no Cais do Sodré.

Para os esquecidos, podem pôr este link nos vossos calendários: webcal://www.icalx.com/public/jneves/ubuntu-pt.ics ou seguir a versão html em http://www.icalx.com/public/jneves/ubuntu-pt

Quinta-feira, 15 de Março de 2012, 18h30 às 20h
Local: Bar Irlandês Hennessy’s, Cais do Sodré, Lisboa
http://g.co/maps/udw4s

Metro mais próximo: Cais do Sodré (Linha Verde – Estação Terminal)
Estacionamento mais perto: Na rua, embora seja raro encontrar lugar.

Há autocarros, eléctricos e comboios (estação do Cais do Sodré).

Quem queira mostrar ou demonstrar qualquer coisa é bem-vindo. Quem quiser trazer o seu computador para corrigir algum problemazinho relacionado com Ubuntu também.

Marca na tua agenda!

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Ubuntu-PT, Encontro de Lisboa, 23 de Fevereiro de 2012, 18h30

Para quem queira partilhar experiências com outros utilizadores ou apenas aprender/tirar dúvidas, vai repetir-se mais um encontro de utilizadores de Ubuntu-PT em Lisboa na próxima quinta-feira no bar Hennessy’s no Cais do Sodré. Como de costume, alguns devem ficar para jantar.

Para os esquecidos, podem pôr este link nos vossos calendários: webcal://www.icalx.com/public/jneves/ubuntu-pt.ics ou seguir a versão html em http://www.icalx.com/public/jneves/ubuntu-pt

Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012, 18h30 às 20h
Local: Bar Irlandês Hennessy’s, Cais do Sodré, Lisboa
http://g.co/maps/udw4s

Metro mais próximo: Cais do Sodré (Linha Verde – Estação Terminal)
Estacionamento mais perto: Na rua, embora seja raro encontrar lugar.

Há autocarros, eléctricos e comboios (estação do Cais do Sodré).

Quem queira mostrar ou demonstrar qualquer coisa é bem-vindo. Quem quiser trazer o seu computador para corrigir algum problemazinho relacionado com Ubuntu também.

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Lei da Cópia Privada tira 2 milhões de euros por ano das escolas

Em toda a história da Lei da Cópia Privada, a incapacidade matemática dos políticos têm-me impressionado negativamente. Choca-me que em anos de crise orçamental pública haja falta de contas mesmo que de merceeiro sobre o impacto desta lei no Orçamento de Estado. Felizmente muita da informação está disponível on-line, o que permite que um mero cidadão como eu colmate algumas dessas falhas.

Segundo o GEPE (órgão estatístico do Ministério da Educação), no ano lectivo de 2008/2009 as escolas Portuguesas tinham uma média de 2,12 alunos por computador do 1º ciclo ao ensino secundário. Também segundo o GEPE, nesse mesmo ano lectivo, houve 1 393 655 matrículas nos mesmos graus de ensino. O que nos dá que em 2008/2009, as escolas Portuguesas tinham à volta de 657 000 computadores.

O tempo de vida de um disco rígido é de 3 anos. A taxa para um disco rígido de 500GB (o mais barato disponível para desktops actualmente) é de 10€+IVA (12,30€ ao valor actual).

Assim, o custo médio para os 3 anos de vida será de: 657 000 * 12,30€ / 3 anos = 2 693 700€/ano.

Quantos professores serão pagos a menos? A quantas famílias será cortado o apoio social? Que serviços fecharão as escolas? Tudo para pagar uma lei idiota, injusta e mal-pensada.

Quem quiser fazer-se ouvir sobre esta lei, pode assinar a petição em http://www.peticaopublica.com/PeticaoListaSignatarios.aspx?pi=pl118nao e/ou contactar os deputados responsáveis: http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?BID=36617 (nesta página está também o texto do projecto-lei – informe-se!)

PS: este valor aumenta com a evolução da tecnologia e aplica-se mais de metade já em 2012. Este valor também é a ponta do iceberg das despesas da Administração Pública em armazenamento.

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10 coisas que a SPA não sabe sobre a lei da cópia privada

Acabei de ler uma comunicação da Sociedade Portuguesa de Autores sobre a lei da Cópia Privada: http://spautores.pt/comunicacao/noticias/10-coisas-que-deveria-saber-sobre-a-lei-da-copia-privada. E senti-me velho. Muito velho mesmo. Diria mesmo que no meu tempo, era considerado vergonhoso demonstrar este nível de ignorância.

Para quem não me conheça, entre 2001 e 2004, como membro da direcção da ANSOL, participei em vários processos legislativos no âmbito de direito de autor e patentes de software. Por exemplo, quem fizer alguma investigação ao processo político pode vir a descobrir que alguns parágrafos da Lei nº 50/2004 tiveram origem no meu computador. E até houve quem me pagasse viagens a Bruxelas e Washington, DC para falar e discutir estes assuntos. Em ambas as áreas trabalhei com e contra a SPA. Não tenho nada em particular contra a SPA para além de me acusarem cegamente, em conjunto com todos os outros portugueses, de infractor da lei e me tentarem ir ao bolso regularmente (com algum sucesso).

Feita a brevíssima introdução, aqui vai a explicação da ignorância demonstrada pela SPA, coisa a coisa (usando a terminologia e ordem da SPA).

Coisa 1

Gostei das aspas à volta de “conteúdo” e “comportamento-padrão”. Normalmente as aspas indicam que o significado utilizado não é o que está no dicionário, o que me deixa sempre curioso, especialmente porque tenho a ideia que é para deixar entender que é sobre conteúdos ilegais. Esta legislação é sobre utilização de cópias legais, legalmente adquiridas e realizadas ao abrigo da legislação de direitos de autor e conexos. Pior, acrescentam a referência a “conteúdos protegidos” (mais uma vez com as aspas) como se o número de conteúdos não-protegidos pela legislação de direitos de autor não fosse mínimo.

Nota importante: a SPA não representa todos os autores. Nos dias de hoje, nem sequer a maioria…

Coisa 2

Sim, Portugal não tinha, propositadamente (sim, em 2003 isso chegou a ser proposto). E há pelo menos 6 países na União Europeia que perceberam o quão idiotas e perversas são estas taxas e alguns dos 16 (como a Espanha) já anunciaram que iam acabar com as taxas.

Coisa 3

A SPA não sabe economia. Já suspeitávamos pelo seu relatório de contas, mas agora escreveram que acreditam realmente que se o vendedor paga um preço mais alto, o preço ao consumidor se mantém na mesma. Pior, escondem o detalhe de que, quando um cidadão compra numa loja online como a Amazon, é ele o importador e responsável pelo pagamento da taxa. Ou seja, perde tempo e dinheiro.

Coisa 4

As tarifas propostas são mais altas que as dos outros países quando ajustadas ao rendimento. Somos sempre Europeus a pagar, e Portugueses a receber.

Coisa 5

Nada a apontar.

Coisa 6

Aqui temos a expansão do mecanismo de “extorsão” (vêem, também sei usar as aspas). Estranho em particular os cartões de memória, cuja maior utilização actual é câmaras fotográficas e de vídeo. Ao menos ficamos a saber que a SPA tem noção de quem tem mercados maiores do que eles…

Coisa 7 e 8

Já outros explicaram a ligação entre Lei de Moore e a forma idiota como estão feitas as tabelas de preços: http://poingg.blogs.sapo.pt/31770.html E sim, uma actualização periódica só faria sentido se os preços fossem estáveis ou mudassem irregularmente. Não para preços que mudam constantemente e para baixo. A forma simples seria definir percentagens, mas se houver alterações frequentes à lei, torna-se mais simples ir cobrar a mais qualquer lado, não é?

Coisa 9

Não, é mentira. Como consumidor não ganho nada com a lei (a minha utilização legal mantem-se exactamente na mesma), mas cobram-me mais dinheiro. Se é para deitar dinheiro fora, prefiro escolher a forma.

Coisa 10

A cópia privada existe como tal como limite ao Direito de Autor. É uma regra que permite privacidade (eu faço o que quiser com os conteúdos que adquiro legalmente dentro da minha esfera privada, sem os distribuir) e aprendizagem. Entre estes e dar mais remuneração ao autor que já recebeu pela minha cópia da obra, prefiro mil vezes manter estes. Ninguém ainda justificou de forma lógica porque é que os “autores” (entre aspas, porque refiro-me apenas aos da SPA) não justificaram em que é que as minhas cópias privadas precisam de um pagamento que eles não exigem aos seus agentes e demais intermediários culturais e de que forma é que estas taxas fazem sentido, dado o custo que têm para a nossa economia e o consequente afastamento desta da sociedade de informação.

Deixem dúvidas que farei o melhor por responder.

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Ubuntu-PT, Encontro de Lisboa, 15 de Dezembro de 2011, 18h30

Para quem queira partilhar experiências com outros utilizadores ou apenas aprender/tirar dúvidas, vai repetir-se mais um encontro de utilizadores de Ubuntu-PT em Lisboa na próxima quinta-feira nas instalações da Intraneia. Como de costume, alguns devem ficar para jantar.

Para os esquecidos, podem pôr este link nos vossos calendários: webcal://www.icalx.com/public/jneves/ubuntu-pt.ics ou seguir a versão html em http://www.icalx.com/public/jneves/ubuntu-pt

Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2011, 18h30 às 20h (3ª quinta-feira do mês)
Local: Sala de reuniões da Intraneia – Av. da Liberdade, 229, 2º andar (ao pé da R. Alexandre Herculano)
http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&msa=0&msid=110620717485280382518.00000112ff6b995b99718&ll=38.723078,-9.146858&spn=0.005976,0.010933&z=17

Metro mais próximo: Marquês do Pombal (Linha Azul e Amarela)
Estacionamento mais perto:

  1. Na rua, embora seja raro encontrar lugar.
  2. Parque de Estacionamento no Marquês do Pombal.
  3. Parque Alexandre Herculano na Av. da Liberdade.

Há autocarros:

  • Carris – R. Alexandre Herculano: 74, 704, 709
  • Carris – Marquês do Pombal: 22, 48, 713, 746
  • Vimeca

Quem queira mostrar ou demonstrar qualquer coisa é bem-vindo. Quem quiser trazer o seu computador para corrigir algum problemazinho relacionado com Ubuntu também.

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Ubuntu-PT, Encontro de Lisboa, 17 de Novembro de 2011, 18h30

Para quem queira partilhar experiências com outros utilizadores ou apenas aprender/tirar dúvidas, vai repetir-se mais um encontro de utilizadores de Ubuntu-PT em Lisboa na próxima quinta-feira nas instalações da Intraneia. Como de costume, alguns devem ficar para jantar.

Para os esquecidos, podem pôr este link nos vossos calendários: webcal://www.icalx.com/public/jneves/ubuntu-pt.ics ou seguir a versão html em http://www.icalx.com/public/jneves/ubuntu-pt

Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011, 18h30 às 20h (3ª quinta-feira do mês)
Local: Sala de reuniões da Intraneia – Av. da Liberdade, 229, 2º andar (ao pé da R. Alexandre Herculano)
http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&msa=0&msid=110620717485280382518.00000112ff6b995b99718&ll=38.723078,-9.146858&spn=0.005976,0.010933&z=17

Metro mais próximo: Marquês do Pombal (Linha Azul e Amarela)
Estacionamento mais perto:

  1. Na rua, embora seja raro encontrar lugar.
  2. Parque de Estacionamento no Marquês do Pombal.
  3. Parque Alexandre Herculano na Av. da Liberdade.

Há autocarros:

  • Carris – R. Alexandre Herculano: 74, 704, 709
  • Carris – Marquês do Pombal: 22, 48, 713, 746
  • Vimeca

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Ubuntu-PT, Encontro de Lisboa, 20 de Outubro de 2011, 18h30

Para quem queira partilhar experiências com outros utilizadores ou apenas aprender/tirar dúvidas, vai repetir-se mais um encontro de utilizadores de Ubuntu-PT em Lisboa na próxima quinta-feira nas instalações da Intraneia. Como de costume, alguns devem ficar para jantar.

Para os esquecidos, podem pôr este link nos vossos calendários: webcal://www.icalx.com/public/jneves/ubuntu-pt.ics ou seguir a versão html em http://www.icalx.com/public/jneves/ubuntu-pt

Quinta-feira, 20 de Outubro de 2011, 18h30 às 20h (3ª quinta-feira do mês)
Local: Sala de reuniões da Intraneia – Av. da Liberdade, 229, 2º andar (ao pé da R. Alexandre Herculano)
http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&msa=0&msid=110620717485280382518.00000112ff6b995b99718&ll=38.723078,-9.146858&spn=0.005976,0.010933&z=17

Metro mais próximo: Marquês do Pombal (Linha Azul e Amarela)
Estacionamento mais perto:

  1. Na rua, embora seja raro encontrar lugar.
  2. Parque de Estacionamento no Marquês do Pombal.
  3. Parque Alexandre Herculano na Av. da Liberdade.

Há autocarros:

  • Carris – R. Alexandre Herculano: 74, 704, 709
  • Carris – Marquês do Pombal: 22, 48, 713, 746
  • Vimeca

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Ubuntu-PT, Encontro de Lisboa, 15 de Setembro de 2011, 18h30

Para quem queira partilhar experiências com outros utilizadores ou apenas aprender/tirar dúvidas, vai repetir-se mais um encontro de utilizadores de Ubuntu-PT em Lisboa na próxima quinta-feira nas instalações da Intraneia. Como de costume, alguns devem ficar para jantar.

Para os esquecidos, podem pôr este link nos vossos calendários: webcal://www.icalx.com/public/jneves/ubuntu-pt.ics ou seguir a versão html em http://www.icalx.com/public/jneves/ubuntu-pt

Quinta-feira, 15 de Setembro de 2011, 18h30 às 20h (3ª quinta-feira do mês)
Local: Sala de reuniões da Intraneia – Av. da Liberdade, 229, 2º andar (ao pé da R. Alexandre Herculano)
http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&msa=0&msid=110620717485280382518.00000112ff6b995b99718&ll=38.723078,-9.146858&spn=0.005976,0.010933&z=17

Metro mais próximo: Marquês do Pombal (Linha Azul e Amarela)
Estacionamento mais perto:

  1. Na rua, embora seja raro encontrar lugar.
  2. Parque de Estacionamento no Marquês do Pombal.
  3. Parque Alexandre Herculano na Av. da Liberdade.

Há autocarros:

  • Carris – R. Alexandre Herculano: 74, 704, 709
  • Carris – Marquês do Pombal: 22, 48, 713, 746
  • Vimeca

Quem queira mostrar ou demonstrar qualquer coisa é bem-vindo. Quem quiser trazer o seu computador para corrigir algum problemazinho relacionado com Ubuntu também.

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